sexta-feira

Homem de capa preta aparece em vídeo de acidente - Obreiros em Foco - 29...

segunda-feira

Qual é o segredo de manter a sua vida espiritual?

O segredo é usar a sua fé. O jovem que é espiritual é também da fé. Muitos jovens dizem acreditar em Deus, vão à igreja, e ainda assim vivem suas vidas em um regime espiritual instável. Um dia, elas estão fortes, no outro, estão fracos. Se você pegar o hábito de usar a sua fé todos os dias, você também vai pegar o hábito de estar no espírito. E como você usa a sua fé?

Faça o que a sua fé te diz para fazer. Se você não quer perdoar, você sabe o que a sua fé diz sobre isso.
Para usar a sua fé, basicamente você tem que praticá-la! Fale a verdade, obedeça, seja sincera, seja honesto, seja fiel, fique longe do que é errado, fale com Deus com mais freqüência, dê ouvidos a Ele mais freqüentemente... Sua fé é uma parte muito importante de sua vida, por que deixá-la tão sedenta?ganhar dinheiro na internet


Você já reparou que grandes tragédias no Brasil acontecem sempre um pouco antes do Carnaval?

Isso parece ser um aviso divino, você não acha?
Creio que Deus deseja que vejamos toda a malignidade desta festa pagã.
Não que Deus cause essas tragédias, mas acredito que Ele permita para despertar as pessoas
em relação à loucura do Carnaval. Deus quer nos levar a refletir sobre o valor da vida e nos
valores eternos. Está na hora do povo brasileiro acordar. Jesus está voltando!



Detalhes Adicionais

Luiz Umberto: Quem matou foi o diabo, e não Deus.
Soube de um caso em que o pai não deixou o filho ir, ele não foi e ficou vivo. Deus faz o mesmo conosco.
Deus é assim. Ele quer apenas o nosso bem.
Deus nos ama e quer nos salvar! O diabo nos odeia e quer nos destruir! Pense nisso!

Aliás, o diabo não é só ruim, Luiz Umberto, ele te odeia!

Kiko: De toda palavra que sai da tua boca, você um dia será julgado. E Deus mesmo é que te vai julgar. Arrependa-de enquanto é tempo!


E Deus não matou ninguém, quem matou foi a fumaça do incêndio, seu blasfemo!

Só Notícias - Tragédias de carnaval

Só Notícias - Tragédias de carnaval

Tragédias de carnaval
No Brasil, somando-se homicídios e trânsito, temos uma média superior a 300 mortes por dia; é a maior matança na face da Terra. Já nos acostumamos com isso; já banalizamos a morte, desde que não esteja perto de nós. Além disso, autoridades costumam mostrar estatísticas abaixo da realidade e jornalistas costumam noticiar dados parciais, como apenas os mortos nas rodovias federais. Durante o carnaval, não foi diferente. E a bebedeira ajudou a matar.
Nas proximidades de Belo Horizonte, um pequeno Fiat pilotado por um grande bêbedo, entrou na contramão de uma rodovia estadual e mandou cinco para o hospital. Em Bertioga, um menino de 14 anos, pilotando ilegalmente um jet-ski, conseguiu a mórbida façanha de matar uma menina de três anos que brincava na beira do mar. Matou, deixou o jet-ski e fugiu. Na Belém-Brasília, o motorista de um ônibus que vinha ultrapassando em alta velocidade colidiu com outro ônibus, matando 15 e deixando 60 feridos, alguns em estado grave. São exemplos de que a maior parte das tragédias são previsíveis.

Exemplo de tragédia doméstica aconteceu às vésperas do carnaval, em São Paulo. O filho de 22 anos da ex-jogadora de vôlei Magda apareceu em casa acompanhado do traficante a quem ele devia dinheiro. Exigiu da mãe 400 reais e ela, ao ver o traficante, encheu-se de justa ira. O traficante atingiu-a com uma faca e o filho acabou de matá-la com mais facadas. Parece história de terror se não fosse assim o cotidiano que fere famílias brasileiras. Os jovens esqueceram-se do prazer dos livros, que promovem viagens alucinantes e enriquecedoras, para se escravizarem ao álcool e outras drogas, na viagem pobre e destruidora.

Como jornalista, eu tenho a lamentar também o descaso com a verdade. Leio nos jornais que o Cordão da Bola Preta, no Rio, tinha 2 milhões e 300 mil foliões. E o Galo da Madrugada, do Recife, 2 milhões. Pelas fotos feitas de cima, conto as cabeças e, com muito favor, admito que possa haver 10% desse número na rua. Olho uma foto aérea do imenso espaço do mall de Washington, em que o reverendo Moon reinvindica ter batido o recorde de público por lá: 300 mil pessoas. Até onde dizem, o recorde mundial de público está calculado em 1 milhão de pessoas, no enterro do Aiatollá Khomeini. Por que não nos satisfazermos com 50 mil, 100 mil pessoas? Isso já é muita gente; um Maracanã cheio. É o país dos exageros. E estamos exagerando na tragédia.

Incêndio na Boate KISS em Santa Maria - RS 27 de Janeiro de 2013

quarta-feira

Ser Casado ou Estar Casado?


Como pode um casal continuar evoluindo, diante dos desafios do viver a dois?
Pesquisas relatam que a crise dos sete anos está caindo para os três anos de convívio. Por que será?

A crise inicial de adaptação do casal que passa a conviver, seja ele casado ou não, é esperada. Adaptar-se aos ritmos, costumes e preferências do outro exige esforço, tempo e disposição. Toda a negociação que é exigida neste período é uma arte que a maioria dos casais desconhece, e saber que é necessário negociar não é saber negociar.
Ao conviver intimamente, as defesas do casal são colocadas em alerta, já que lidar com a intimidade que o viver junto propõe ameaça o eu individual. Cada um pode acionar suas defesas e colocar-se reativo ao outro, e ao invés de cooperar para viver com as diferenças que o casamento evidencia, passa a lutar para eliminar estas diferenças. Um luta contra o outro para superar as diferenças que não aceita. A competição está lançada. A cooperação e a inclusão do outro serão um desafio a ser enfrentado por todos os casais. Aquele que foi escolhido por ser quem ele era passa a ser alvo de tentativas e manobras para tornar-se diferente...

Por outro lado, as pessoas casam e passam a considerar que casadas estão. Elas consideram exatamente isto: que ser casado é o seu novo estado. E estado não se discute, simplesmente é.
Ser casado, vivenciado sob este paradigma, resulta em pressupor ser aceito naturalmente, sem esforço de adaptação. Certas crenças sobre ser casado existentes em nossa cultura ainda criam a expectativa de que há garantias neste estado civil. Por mais que as pessoas saibam que casamento pode não existir para sempre, e que a longevidade do casamento perdeu-se nos tempos do “amor líquido”, muitas acreditam a priori que o casamento delas irá sobreviver. Elas partem de representações mentais sobre sua conjugalidade, construídas ao longo da vida, de que ficarão casadas. Provavelmente estas representações fazem com que estas pessoas adaptem-se ao casamento e confirmem seu projeto de conjugalidade, ou que criem falsas visões sobre seus relacionamentos. Assim, um relacionamento pode ser insatisfatório em vários aspectos, mas confirma o projeto de conjugalidade da pessoa e ela não questiona o que necessita ser mudado.

Outras pessoas, por suas experiências vividas na família de origem ou em sua cultura, chegam ao casamento com a noção de que casamento não é para sempre e que a separação será o desfecho natural para o casamento delas. Porém, lidam concomitantemente com a pressuposição de que a separação correrá um dia, não sabem quando, lá na frente, após a vinda dos filhos, depois que eles crescerem, depois das bodas, depois de consolidar o patrimônio, depois, depois...

Assim, mesmo com o discurso corrente – “se não der certo eu me separo” – as expectativas frente ao casamento contêm a ideia de que casar é para ficar casado. Pois no momento em que as pessoas estabilizam sua união e criam compromissos uma com a outra, com dedicação, investimento na relação e parceria, separar-se torna-se uma realidade assustadora. Separar-se ameaça a estrutura da vida. Retira as certezas, tira do equilíbrio, dá medo. E ninguém quer passar por isto.

Vemos aqui o paradoxo: casar pode não ser para sempre. Mas as pessoas vivem como se fosse. A partir do momento que casam, passam a viver como se o casamento por si só fosse a garantia de que ele vai durar. Como se ele fosse um fim em si. Chegou-se ao objetivo, a vida agora é esta. Então não precisa se preocupar muito com o que se faz, nem com o que se diz ou deixa de dizer. As pessoas então acomodam-se, não propriamente ao casamento, mas à ideia que fazem dele, à representação mental que já vem construída antes mesmo do casamento se estabelecer.

A estabilidade é tão necessária que o ser humano economiza energia naquilo que já está garantido na sua vida, para poder investir no que não está. O trabalho, por exemplo, exige grande investimento de tempo, atenção e empenho. Ele raramente é estável. Para ele as pessoas dedicam-se diariamente. Para o casamento não. Ele ali está. Mesmo com carências, fissuras e insatisfações crônicas, a consciência de que ele pode se acabar não é concreta.

Vivida desta maneira, esta realidade é incongruente. Por um lado, o casamento não tem garantias e pode morrer se não for cuidado. Por outro, é vivido como se ele, por si só, fosse a garantia e como se não precisasse de investimento.
Aqui reside o equívoco: ser casado não é garantia de permanecer casado. Para permanecer casado, há que ter atitude e disposição, há que ter consciência.
Casamento não é uma condição do ser humano e sim uma escolha de vida. Casar é uma opção, e é útil ao casal, ao invés de pensar que é casado, pensar que está casado. A noção de transitoriedade é importante para a consciência da finitude dos laços. Pensar que está casado faz o casal se ver responsável por esta realidade, enquanto crer que é casado cria uma ideia de continuidade e atemporalidade que gera uma atitude passiva frente ao status que se consolida por si. O casal que se conscientiza de que está casado tem que se responsabilizar por continuar casado se assim o deseja. E tem que desenvolver posturas e compromissos responsáveis e conscientes frente à relação conjugal e ao cônjuge, individualmente.

Há uma pergunta básica que fazemos na terapia de casal: “O que obriga vocês a permanecer casados? “ Em geral a resposta vem automaticamente: “Nada nos obriga”. A consequência desta resposta para o casal é vital: por que querem continuar casados então? Ao dar esta resposta, cada um tem que pensar o que quer da vida, do casamento, do outro, mas também tem que pensar o que tem que dar de si para obter aquilo que deseja do casamento e do outro.

O que necessitam enfrentar para que o casamento continue? O que cada um quer do casamento? E o que oferta ao casamento para receber o que deseja? O que cada um tem a oferecer ao outro, daquilo que o outro precisa? Estas são algumas perguntas geradoras de reflexões na busca da responsabilidade individual frente ao casamento, que provocam a consciência de que para permanecer casados cada um tem que tomar esta decisão de tempos em tempos.
Se a crise chega cada vez mais cedo na vida dos casais da atualidade, provavelmente eles estão esperando do casamento mais do que ele pode dar e ofertando a ele menos do que ele precisa.

Bispo Renato falando sobre Masturbação e Namoro Cristão